Archive for Setembro, 2006

Diz que disse.

A língua portuguesa…
“Para os países de terceiro mundo só vão bens de primeira necessidade e material de segunda.”
“Será que os gestores mudos utilizam linguagem gestual?”
“Um incêndio lavrou os campos de cultivo e os bombeiros ficaram lá plantados.”
“O ‘Quim zomba do kizomba. “

“Há músicos que não são apenas bons em arranjos, como também o são em concertos. “

“O hábito, faz o alfaite.”
“Apesar de eu ainda não perceber muito de electricidade, já começo a ter umas luzes.”
“Será que, quem mora num fogo de habitação, queima-se?”
“As pessoas caiam os muros para que fiquem bonitos e não caiam.”

…é uma coisa tramada!!

Add comment Setembro 30, 2006

Eu bem que tentei…

Ok… eu tentei. Parece que o video que tentei apresentar está ou protegido – só podendo ser visualizado no site original – ou marado da marmita. Eu acho que isto é uma conspiração dos videos contra o meu blog, só para o boicotarem!!! De qualquer forma gostaria que o vissem pois vale bem a pena. Passem por este link: http://www.holylemon.com/GuitarSkills.html. De mais.

1 comment Setembro 29, 2006

De volta às origens

É… quando a coisa parece deixar de funcionar, volta-se à táctica vencedora. Isto apesar de bloggar por desporto e não por competição. Mas faz bem sentir que há alguém por esse lado a lêr o que se escreve deste. Mesmo que escreva de mês a mês!!! Até porque com as modernices de hoje em dia, é capaz de haver um sistema qualquer de aviso sms quando eu posto qualquer coisa nova. Ou não!
De salientar o endereço do blog donde é originária a “Rádio Malvada”, situada após o tópico “…esta semana”. http://ogemeomalvado.blogspot.com/. Bem catita, visitem!
Ps. Visitem também o blog d’O Sobrinho! O autor esforça-se e esforça-se em divulgar o meu… lol! Grande abraço, rapaz!

1 comment Setembro 26, 2006

Delta ao poder!!

Há muito tempo que não via um anuncio assim. Simplesmente fantástico! É genial…
E, já agora um bónus que vale a pena ver…

1 comment Setembro 23, 2006

Terra de ninguém.

Foi bem longe, lá na terra de ninguém, onde acordei. Abri as cortinas que tapavam minha janela invisível, e respirei do ar que me faz bem: aquele que é de ninguém. E naquele amanhecer de Verão, só eu senti o vento que me tocava na cara, ali bem perto do nada onde despertei.
No meu quarto nada havia! Nem cadeira, nem cama… nada do que devia! Atordoado por isso verificar, senti-me roubado pelo ar que me envolvia. Então saí daquele quarto e bati com a porta que não se via. Bati e segui o rasto desse ladrão. Procurei nos recantos das imagens que os meus olhos viam, fui e voltei da linha do horizonte… nada! Só o verde feno e o azul de um céu distante o denunciavam.
Parei então e olhei para um pedaço de chão. Sentei-me. Deitei-me… Reparei nas nuvens que lá iam ao longe. E empurrando uma delas, lá ia o meu ladrão! Vi as minhas coisas na sua bolsa. Vi o quarto onde vivi, a cama onde dormi! Levantei-me e corri. Mas não o alcançava! Então subi aquela árvore que só se mostrava para mim. E fui alto, tão alto! E lá no cimo, bem lá no cimo, alcancei esse ladrão!
Então o ar que me roubara, ao vêr furiosa a minha cara, abriu a sua bolsa, e oh… lá no meu quarto, na minha cama, era eu que lá estava! E olhei para baixo, bem lá em baixo, vi as paredes do meu quarto e a cama onde acordara! Percebi então que era tudo feito de ar, do mesmo me que roubara… Daí a beleza daquele lugar! Então o ar à minha volta desfez-se da bolsa que eu via, e tudo o que me roubara, desaparecia! E de um momento para o outro, estava no local onde acordara!
E então, nessa terra de ninguém, voltei ao sonho que me adormecia…

1 comment Setembro 12, 2006

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