A tua pequena dor…

27 12 2006

A tua pequena dor
quase nem sequer te dói…
É só um ligeiro ardor,
que não mata mas que mói.

É uma dor pequenina
quase como se não fosse…
É como uma tangerina,
tem um sumo agridoce.

De onde vem essa dor
se a causa não se vê?
Se não é por desamor
então é uma dor de quê?

Não exponhas essa dor
é preciosa é só tua!
Não a mostres tem pudor,
é o lado oculto da lua…

Não é vicío nem custume,
deve ser inquietação!
Não há nada que a arrume
dentro do teu coração…

Talvez seja a dor do ser,
só a sente quem a tem…
Ou será a dor de ver
a dor de ir mais além?

Certo é ser a dor de quem
não se dá por satisfeito.
Não a mates guarda bem
guardada no fundo do peito…

Carlos Tê e Rui Veloso





Só para voltar a desejar…

21 12 2006
Vou finalmente repetir um post, pela primeira vez na história do blog. Repito, porque não é necessário muito mais nesta época. Sem correrias, sem pressas, sem stresses

UM FELIZ NATAL…





Posso VIVER?

20 12 2006
Fui a um blog e gostei…




Eu, nMAC.

18 12 2006
Sinceramente? Tem me feito muita confusão esta história toda de uma tal de Carolina Salgado. Não estou, nem quero estar muito por dentro destes assuntos de possíveis corrupções no futebol tuga. E acho bem que se levante a voz quando é para resolver algo que definitivamente está mal. Agora, que direito tenho eu de usar os trunfos que trago na manga para aumentar a minha popularidade? Mais. Serei assim tão digno para que a minha imagem passe diariamente nos jornais portugueses? Que dê entrevistas atrás de entrevistas, com o meu olhar sexy mas ultrapassado, respondendo às perguntas que realmente interessam com um “não comento”?!
Que porcaria andamos nós a comer ao pequeno almoço para ir a correr comprar um livro que nos fala sobre as fantásticas aventuras de Carolina, Pinto da Costa, e suas flatulências?! Não é suposto isto ser material de justiça?! Por amor de Deus… Se alguém queria dizer a verdade, não precisava de publicar um livro. Ia até à PJ e falava a verdade. A não ser que esteja completamente implicada no caso, e aí, queira parecer uma “menina bonita” junto da população portuguesa…
Peidos, no bom Português. E não falo das flatulências. Falo das histórias de um livro fútil…
Ps. Criei finalmente o site/blog da minha Paróquia. Estou contente por o vêr online. É mais uma linha preenchida no curriculum do meu coração… :)




Um ano disto!

16 12 2006
Pois é. Há um ano que ando nestas andanças bloguísticas… E tudo porque foi à um ano que, mais dia, menos dia, virei uma página meio acinzentada que descolorou um tanto um “pedacinho” da minha vida. E obviamente, quis marcar esse início de novo período com algo que todos pudessem ver.
É certo que o acampanhamento não foi diário - mas vocês acham que eu não tenho vida própia?!! - mas por cá tenho andado a debitar as minhas teorias, os meus desvaneios, os meus estados de alma. E por cá continuarei, pois que aumentei o meu antigo e insaciável bichinho da escrita…
Agradecer ao Sobrinho, que me comentou os posts meses a fio. Ao BP, que me fez, ainda que indirectamente, criar o blog… e a vocês que desse lado vão estanto “à escuta” das minhas palavras. A todos vós, OBRIGADO!
Ps. amanhã o post será menos piriri, que como diz o Rapaz Sem Nome, isto tem uma reputação a manter!!! :)




És só relativamente feia!

13 12 2006
Ok, o blog tem andado um pouco down, e por isso decidi postar hoje uma coisa mais a meu género. Ou seja, uma coisa mais ou menos catita que até é capaz de ser gira, aí quase a roçar o girote. Para todos aqueles que não conseguiram vêr o “Relativamente Feia” dos Gato Fedorento, versão alterada da “Carta” dos Toranja: Tcharan





O meu nada? O meu nada…

12 12 2006
Tudo ou nada? Mas qual tudo, se já me levas-te o meu nada?
Quiseste escrever em folhas brancas, mas elas estão cheias de pó… Quises-te por preto no branco a cor dos teus pensamentos, mas apagas-te com corrector as frases que escreves-te. Tudo ou nada? Qual tudo, se já nada pussuo?
Ele tudo. Nós nada… É tão simples entender. Porquê ficar a perder? Porquê deixar-nos amolecer, e nada fazer? Nada. És este o nada que queres? Ou o tudo que proferes, é uma mão cheia de futilidades? De sonhos que têm tanto de bonitos, como de incoenrentes?
Tudo se parece querer fazer. Voltamos a viver neste ritmo acelerado, sem tempo nem gosto. Sem nada… Nada. E tu, que tens um tudo que é nada. Que podes fazer tudo com esse tudo! Que podes crescer, que podes ouvir, que podes amar… Não vou ser eu a te explicar, como se faz para gostar. Não vou ser eu a dizer-te o que é viver a vida a arriscar, a pisar o risco, mas a amar. Não vou. Tu já tens tudo. Se não percebes, é porque o teu tudo, é mais pequeno que o nada…
Eu, que apenas busco por um nada que é tudo…
Não. Não escrevo para ti que me lês diariamente. É para ti, que tens a teu cargo tanta gente que se desgasta porque ama, e precisamente porque ama, não baixa os braços. Sim, é mesmo para ti. Porque posso tremer que nem uma cana verde. Mas nunca irei deixar de sorrir só porque o mundo ao meu redor me deita ao chão, mesmo que esse mundo não se dê conta disso. Mas se um dia começares a vêr menos corações a ferver, menos sorrisos nas caras por quem passas, menos gente à tua frente, não te admires. É que se eu não amasse o meu Ideal, se não gostasse mesmo à séria de me dar por amor… estaria frio. E quereria lá saber se as coisas correm mal… E se, por algum motivo, me vieres perguntar porque não te disse isto cara-a-cara, eu respondo: Porque não tenho vontade. Não tenho vontade…




Medos.

8 12 2006
Olho para o céu neste dia de Dezembro. E neste início de noite, olho as estrelas que o frio me permite vêr, por ter afugentado as nuvens… Fecho os olhos. Fecho-os com a minha alma, para melhor vêr a noite que caí à minha volta. E deixo-me levar por essa brisa, gelada, que move as folhas das árvores lá fora.
Fecho a janela, que me guarda no quentinho da casa. E oiço música. Bob Sinclar, “Give A Lil Love”. Deixo-me embalar pela letra da música, enquanto me aconchega o coração o ritmado dedilhar na viola. Deito-me no sofá, a pensar… “Now you and I, can get together. Let us start a revolution… Change this world to what it should be, and forget all this confusion…” Recordo a confusão que me aperta o coração e me leva para longe. Para longe daqui, do meu lugar…
É verdade. Estou triste por ti. Porque me começo a sentir só, e com um vazio no coração… Vejo-te lá, mas não te sinto. Parece que desapareces-te deste lugar, desta terra que vou pisando, mas que te esqueces-te do corpo por estas bandas…
Só queria que voltasses. Só te queria voltar a vêr, como eu te sei vêr… É que tenho medo. Medo de me ir embora, também. De partir em busca do meu coração a ferver, deixando para trás o meu corpo que começa a esfriar…
[...] Now if we wait and do nothing, then what about their future? How can we look in to there eyes, and say we love our children? We can make it better… Feel the love inside! Forget foolish pride! Ooh yea… I know that we can find the way if we can just learn to give! Give a lil’ love! You and I can change the world. Live a lil’ love! Make it better if we try… Show a lil’ love! Let your love rain, let it rain down on me… So let it rain… For the people, let it rain. Shower me whit your love! Let it rain now! Let it rain… [...]
É apenas isto. Por mim e por ti. Pelo essencial. Give a lil’ love




O meu post nº 69.

6 12 2006
Sabes quando queres escrever alguma coisa interessante, e por obra do acso, nada te vêm à cabeça? Sabes quando te apetece dizer: “ah pois é, ainda agora escrevi uma coisa, óh, upa, upa…”? Sabes quando até tens tido muitas ideias, mas traduzi-las em palavras é coisa que não sai?
Sabes?!
Então se sabes não me não me chateies quanto ao inútil post de hoje!!…
Ps: Este post ia ter como nome “Sabes? Mas sabes mesmo?!”, mas quis fazer esta referência para vêr quantos tarados iam lêr isto… Toma lá, que já te apanhei!!