Ágil inércia.
Junho 8, 2009
Não sei muito bem o que escrever neste canto, mas o facto é que à bastante tempo que não vos encontro por cá. Ou andam distraídos, ou desconcentrados. Talvez ocupados com fragmentos do passado, inúmerados pelos diversos estilhaços que quebram a boa rotina. E eu por este lado, quieto no observar, deixo-me absorver por toda a pouca fé que sai dos olhos de quem lê este trecho de palavras. Afinal, porque esperas tu que tudo te chegue às mãos? É a inércia do teu corpo maior que a vontade de agir, e o querer de ti infinitamente diminuto, quando te estendem a mão com a palma virada para o céu?
Há questões que se colocam não mero capricho, mas porque o significado do Amor se escreve com pedaços de cada um de nós. E apenas, com os melhores pedaços de cada um de nós.
Se no caminho, ao cruzamento bifurcado te decidires pelo mais sinuoso, conta com a ajuda de quem menos esperas. Pois é no invisivel que o importante carbora. Mas se no entretanto da decisão, optares pelo mais fácil… não serás tu a estender para o céu a palma da mão?
E deste canto, observo as letras que se escrevem. E são tão somente as primeiras…
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1.
Pathrinho | Junho 8, 2009 at 8:46 pm
Queres?? Cá vai!
Distraídos? quem?
Desconcentrado? Hummm… Talvez
Fragmentos do passado? Do passado se faz o futuro…
Amor aos pedaços? Mau…
E com esta me fico.
Não estarás tu a estender as tuas mãos para o mundo?
Fica o desafio.
Eu.