Archive for Dezembro, 2005

O balanço de 2005

E eis-nos chegados ao fim de 2005. Um ano, os dias que todos sabem, mais um pedaço da nossa vida que fica marcada na história de cada um. Podia, até, revêr todas as politíquices passadas neste País, os fenómenos em que os meios de comunicação nos envolveram, as tristezas ou as alegrias. Podia, mas não o farei. Porque é um pedaço de história que ficou, e que todos nós recordamos. Felizes ou menos alegres, os momentos que nos marcaram devem ser revistos por cada um de nós. A reflexão é nossa.
Por isso, mais de qualquer outra coisa, o balanço fica por tu conta. Por minha, fica o desejo de um óptimo ano novo. Apenas isso. Afinal, é isso que basta!…
FEliz Ano noVO!!!!!

Dezembro 31, 2005 at 6:37 pm 2 comentários

MEDO

Amigos…. é o terror!
Há coisas passíveis de serem qualificadas. Um gajo fazer olhinhos a uma rapariga: é normal. Um cão a lamber um gato: é improvável, mas possível. Um boi numa toirada dançar a lambada, bem, é estranho. Talvez muito estranho. Agora… como classificar o regresso ontem prometido de “Anjo Selvagem”?
Sim meus amigos, é verdade. A saga voltou. E não, meus amigos. Não são episódios novos. É a própia da novela que passou nos ecrãs já não sei quando, mas que a todos nós deixou uma marca. Negativa, claro.
Vamos lá repôr a ordem nisto: enquanto ontem, no meu pacato lar, jantava, e enquanto via a morangada – perdão, mas a minha mãe janta comigo e gosta de novelas. Eu até via o gordo na RTP, mas não, não dava. Teve de ser… – começa a passar em rodapé qualquer coisa como: “ATENÇÃO: Ela regressou às tardes da TVI, ANJO SELVAGEM! Às 14h”. Perante isto eu pensei: “Olha, simpático da parte dos produtores. A avisar os tugas para não sintonizarem a dita estação televisiva àquela hora. Bonito da parte deles, sinal de que de facto se preocupam com o nosso bem estar!”.
Passados segundos comecei a reflectir sobre o assunto e apercebi-me de que afinal aquilo não era um “cuidado, ela vem aí” mas sim um “não é tão bonito revêr esta novela?”. Ao que, meus amigos, eu respondo com a seguinte questão: Encher chouriços?!
Não, eu até compreendo que a programação semanal depois do jornal da tarde até às 18h seja um tanto complicada de encher. Compreendo, porque durante esse tempo há gente a trabalhar. Muita gente. Mas isso não significa que tenhamos de fazer MÁ programação só porque não há tanta gente para vêr aquilo! Até porque, sejamos claros e justos, além dos putos quem vê televisão à tarde são os idosos, cuja famelga os enfiou num qualquer lar e se lembra deles ao fim de semana ou quando é para pagar a conta do mesmo – coisa que nem vou comentar porque os velhos são PESSOAS… – que vêm a programação da tarde.
O que me deixa preocupado é que os novos produtores, engenheiros, cabeças-duras de Portugal, só pensem no seu umbigo. E eu tenho 19 anitos, porra! Para quando, gente mais madura que eu, passar uma tarde sem novelas a torto e a direito ou “portugais nos corações”? Uma tarde do género, sei lá, INFORMATIVA?! E não era preciso uma coisa com um tipo a apresentar as notícias, fazia-se algo como a EURONEWS. E pelo meio programas sobre música, natureza, desporto. Hein? Reparem, não há gajos a fazer directos, logo, não há recompensas monetárias por isso, há espaço para publicidade, portanto, têm o seu dinheirito a entrar na caixa… O que muda, meus amigos, são O RAIO DAS CASSETES que vocês, produtores de televisão ou seja lá quem for, metem na máquina para que aquilo dê para tôdópurtugal!
Agora, “ANJO SELVAGEM”?! Há alguém por aí a querer que nós, tugas, gente humilde, fique parva e seja parva? Há alguém que na falta de drogas injectáveis, nos quer dar uma valente injecção de estúpidez – e isto, meus amigos, com a agulha das farturas?!
Há alguém a pensar neste meu Portugal?
Alguém por aí?!
Hein?!
Ps. Enquanto via a morangada, a “Matilde” levou uma facada. A pobre coitada caíu no chão, tremeu, ficou roxa e desmaiou. Durante 15 minutos ela ali ficou, estendida. Depois vieram dois gajos que apanharam o ladrão – que estupidamente ficou dentro de casa – e chamaram o 112. A calma com que os homens do INEM fizeram o seu trabalho foi fenomenal. (Alguém na produção da novela sabe que que os tipos são viciados em adrenalina? Que até o cangalheiro fazia o buraco da cova mais rapidamente que aqueles paramédicos?!) Há, o ladrão, agarrado por 2 gajos fugiu porque eles o levaram para a rua. E a polícia só chegou depois da ambulância ter bazado.
Nota: a polícia tinha lá estado minutos antes dos dois tipos terem apanhado o ladrão, portanto, não andava decerto por muito longe.

Mas ’tá tudo doido?!?!

Dezembro 28, 2005 at 10:20 am 3 comentários

A promessa:

Bom pessoal, bem sei que há uns dias que não vou escrevendo mas não tenho tido tempo nem para respirar… estou em “arrumações” com o novo gabinete de informática, daí a minha pausa – espero curta – no blog. Talvez daqui a dois ou três dias volte com “garra” e escreva, novamente, dia a dia para vós. Até lá, deixo-vos com umas imagens para vos intreterem!
Abraço!

Lavar o gato?? Com fary?!?

Bons tempos os meus de puto… eu era lindo, não era?! Não? ok, tudo bem…

Ps. Para verem mais imagens vão à procura delas na net!! Mas eu lá tenho tempo pa isso!! Inté!

Dezembro 26, 2005 at 10:25 pm Deixe um comentário

Só para desejar…


UM FELIZ NATAL…

Dezembro 24, 2005 at 12:36 pm 2 comentários

Progressos!

Hoje estou bem disposto!
Deu-me para alterar algumas coisas no blog – espero que tenham notado!! – “aporteguesá-lo”, torná-lo mais de acordo com a minha pessoa. Só a foto é que continua um pouco estranha, mas o modelo não é dos melhores e os milagres não acontecem de um dia para o outro!!
Portanto, fica desde já o convite a todos para que escrevam a sua opinião sobre o “The Place”, a música ambiente ou algo que pensem estar mal – ou gostariam de aqui vêr – para que o blog não me agrade apenas a mim mas também aos meus leitores diários – BRUNO, lol.

Estamos bem perto do grande dia. Melhor, do grande momento. A “hora”, o verdadeiro segundo pelo qual todos buscamos. O tempo, o sentimento, o clique que nos aperta o coração. A paz que só nós sabemos, o sorriso que só nós fazemos, a alegria que em todos invade…

Saibamos nós que hora é essa, que momento e que segundo. Que alegria é essa, e que sorriso esse – e não, não falo do momento em que se corta o raio do PIRÚ

Saibamos nós nos rir ao ver a cara do outro.

Saibamos nós segredar, falar, gritar, e não ter medo!

E lembrarmo-nos que Ele nasceu numa gruta vazia, e não dentro do centro comercial! – Afinal qual crise, porra?! A culpa é sempre, mas SEMPRE dos governos e dos ministros que não nos dão cheta para nos individar-mos ainda mais!!

Findo o lado moralista – mas sincero – de hoje, apetecia-me escrever algo mais. Algo com piada. Mas não me vêm nada à cabeça e o meu estômago está a pensar por mim. Porque raio fui falar do perú?! Mas pronto. Vou fazer um esforço e não comer já. Vou mas é abrir as prendas à surrapa que agora tenho a casa vazia! Fui!!!

Ps. Bruno, em tua homenagem, meu fiel comentador, deixo-te aquilo que o teu filho irá fazer quando te vir pela primeira vez:

😉

Dezembro 23, 2005 at 1:05 pm 1 comentário

Gravata branca, gravata preta…

E é a loucura!
Ontem apareceram nos televisores de tôdómundu imagens que tão cedo não esquecerei. Melhor que os debates políticos, que a resolução do mistério sobre “quem matou o António” ou mesmo que o jogo de ballet entre o Benfica e o Setúbal (pronto, ok, não foi um jogo de ballet… não vamos agora dizer tal diparate quando há que respeitar o onze do Setúbal que muito têm sofrido nos últimos tempos. Mas é só pelo Setúbal, ok?!).
O que de facto aconteceu e que me deixou deveras maravilhado foi o casamento de Sir Elton John. Quando já devia ter idade para ter juízo (porra, mas o homem deve ter a idade da Betty Grafstein e só se goza com ela??) o rapazito de Londres decidiu casar-se. E eu tudo bem. Só que casou-se com outro homem. Ok. Mas fizeram-se reportagens sobre isso que passaram na televisão. Argh…
(neste momento o autor do blog encontra-se a descansar depois de utilizada a técnica terapêutica referida em “Jornal adentro”… pede-se aos estimados leitores que enviem bananas, pêras e maçãs ou qualquer outro tipo de alimento a casa do própio para que recupere do choque. O nosso obrigado.)
Não, a sério. Eu já estou a vê-los na Repartição de Finanças:
“-Nome?
-Elton John.
-Casado?
-Sim, e muito bem casado seu maroto… não me faça olhinhos!…
-Hã?!… Pois…. E a sua esposa, como se chama?
-Seu parvinho, sua maluca… A esposa sou eu! O meu marido é…”
Só para terminar este capítulo: Alguém reparou no promenor da gravata branca de Elton John e na preta do agora seu “marido”?! Está fácil de vêr quem é o passivo e o activo…
Já agora, foi só impressão minha ou o Benfica ganhou aos noventa minutos? E o Nuno Gomes, assim por acaso, não ajeitou a bola com a mão antes de marcar?! Não? Ah, está bem….
Só ontem percebi que o teu pai faleceu. Estou triste tal como tu estás, mas espero pelo teu sorriso para sorrir também. Um grande abraço, João.

Dezembro 22, 2005 at 9:56 am 1 comentário

De braços abertos.

Hoje não vou “patinar” sobre algo que, no meu ponto de vista, esteja mal. Afinal é isso que os telejornais fazem todos os dias, impondo-nos a nós o “seu” ponto de vista. Portanto, se hoje quiserem algo desse género, esperem pelas 20h e liguem a televisão!
É que ontem (re)descobri a palavra “amigo”. A verdadeira palavra, no sentido mais completo e que ao homem mais cativa e preenche. Não a que usamos todos os dias, sem sequer pensar nela.
É que ser amigo custa. Engolir “sapos” e “murros no estômago”, e no fim saber desculpar sem medos ou receios, sem sorrisos amarelos. Passar por cima porque afinal és tu o importante.
E enquanto escrevo vou pensando… pensando no que me dizes.
“Para onde remetes o teu pensamento neste instante, neste preciso segundo que passa sem te aperceberes?
Sentado e atento, buscas por respostas para o teu problema, procuras ao menos uma solução que te acalme. O imprevisto que veio sem aviso, a contrariedade que surge onde menos esperas. E então, procuras-me.
Vou entrando. Caminho na tua direcção e aí estás, imóvel e atento a qualquer sinal. Sento-me à tua frente e olho para ti.”
Não é isto que tantas vezes fazemos? À espera que o outro venha ter connosco por ser bem mais cómodo, ou porque nos falta a coragem no momento mais importante de o encarar? É… Embora ganhemos toda a coragem que nos faltava quando é preciso derrubar alguém. Mas quando somos nós a errar, quando és tu a querer ser feliz, aí custa.
(Engraçado, né? Quanto custa, quantas vezes tens de chorar e por o lombo a trabalhar para te sentires realmente feliz…)
Ainda que não entendas, ainda que não saibas onde pára o teu pensamento nesse segundo que passa sem te aperceberes, e que buscas por ajuda porque metes-te o “pé na poça”, há pessoas assim. Que te desculpam sem te ouvir pedir desculpa. Mesmo que não o façam às claras. Mas que se dão porque o importante é estares bem. E te mostram o que é a amizade.
P.s.- Essa palavra revi-a num homem. De carne e osso, com pés e mãos. Como eu e como tu. Provando-me que afinal só seremos felizes com os braços abertos para os desafios que negamos, para as pessoas que ignorámos, para a indisponibilidade que afinal não tínhamos…

Dezembro 20, 2005 at 12:09 pm 2 comentários

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