Archive for Dezembro, 2006

A tua pequena dor…

A tua pequena dor
quase nem sequer te dói…
É só um ligeiro ardor,
que não mata mas que mói.

É uma dor pequenina
quase como se não fosse…
É como uma tangerina,
tem um sumo agridoce.

De onde vem essa dor
se a causa não se vê?
Se não é por desamor
então é uma dor de quê?

Não exponhas essa dor
é preciosa é só tua!
Não a mostres tem pudor,
é o lado oculto da lua…

Não é vicío nem custume,
deve ser inquietação!
Não há nada que a arrume
dentro do teu coração…

Talvez seja a dor do ser,
só a sente quem a tem…
Ou será a dor de ver
a dor de ir mais além?

Certo é ser a dor de quem
não se dá por satisfeito.
Não a mates guarda bem
guardada no fundo do peito…

Carlos Tê e Rui Veloso

Dezembro 27, 2006 at 11:33 am 1 comentário

Só para voltar a desejar…

Vou finalmente repetir um post, pela primeira vez na história do blog. Repito, porque não é necessário muito mais nesta época. Sem correrias, sem pressas, sem stresses

UM FELIZ NATAL…

Dezembro 21, 2006 at 7:44 pm 1 comentário

Posso VIVER?

Fui a um blog e gostei…

Dezembro 20, 2006 at 12:13 am 2 comentários

Eu, nMAC.

Sinceramente? Tem me feito muita confusão esta história toda de uma tal de Carolina Salgado. Não estou, nem quero estar muito por dentro destes assuntos de possíveis corrupções no futebol tuga. E acho bem que se levante a voz quando é para resolver algo que definitivamente está mal. Agora, que direito tenho eu de usar os trunfos que trago na manga para aumentar a minha popularidade? Mais. Serei assim tão digno para que a minha imagem passe diariamente nos jornais portugueses? Que dê entrevistas atrás de entrevistas, com o meu olhar sexy mas ultrapassado, respondendo às perguntas que realmente interessam com um “não comento”?!
Que porcaria andamos nós a comer ao pequeno almoço para ir a correr comprar um livro que nos fala sobre as fantásticas aventuras de Carolina, Pinto da Costa, e suas flatulências?! Não é suposto isto ser material de justiça?! Por amor de Deus… Se alguém queria dizer a verdade, não precisava de publicar um livro. Ia até à PJ e falava a verdade. A não ser que esteja completamente implicada no caso, e aí, queira parecer uma “menina bonita” junto da população portuguesa…
Peidos, no bom Português. E não falo das flatulências. Falo das histórias de um livro fútil…
Ps. Criei finalmente o site/blog da minha Paróquia. Estou contente por o vêr online. É mais uma linha preenchida no curriculum do meu coração… 🙂

Dezembro 18, 2006 at 3:02 pm 1 comentário

Um ano disto!

Pois é. Há um ano que ando nestas andanças bloguísticas… E tudo porque foi à um ano que, mais dia, menos dia, virei uma página meio acinzentada que descolorou um tanto um “pedacinho” da minha vida. E obviamente, quis marcar esse início de novo período com algo que todos pudessem ver.
É certo que o acampanhamento não foi diário – mas vocês acham que eu não tenho vida própia?!! – mas por cá tenho andado a debitar as minhas teorias, os meus desvaneios, os meus estados de alma. E por cá continuarei, pois que aumentei o meu antigo e insaciável bichinho da escrita…
Agradecer ao Sobrinho, que me comentou os posts meses a fio. Ao BP, que me fez, ainda que indirectamente, criar o blog… e a vocês que desse lado vão estanto “à escuta” das minhas palavras. A todos vós, OBRIGADO!
Ps. amanhã o post será menos piriri, que como diz o Rapaz Sem Nome, isto tem uma reputação a manter!!! 🙂

Dezembro 16, 2006 at 12:08 am 3 comentários

És só relativamente feia!

Ok, o blog tem andado um pouco down, e por isso decidi postar hoje uma coisa mais a meu género. Ou seja, uma coisa mais ou menos catita que até é capaz de ser gira, aí quase a roçar o girote. Para todos aqueles que não conseguiram vêr o “Relativamente Feia” dos Gato Fedorento, versão alterada da “Carta” dos Toranja: Tcharan

Dezembro 13, 2006 at 1:24 pm 2 comentários

O meu nada? O meu nada…

Tudo ou nada? Mas qual tudo, se já me levas-te o meu nada?
Quiseste escrever em folhas brancas, mas elas estão cheias de pó… Quises-te por preto no branco a cor dos teus pensamentos, mas apagas-te com corrector as frases que escreves-te. Tudo ou nada? Qual tudo, se já nada pussuo?
Ele tudo. Nós nada… É tão simples entender. Porquê ficar a perder? Porquê deixar-nos amolecer, e nada fazer? Nada. És este o nada que queres? Ou o tudo que proferes, é uma mão cheia de futilidades? De sonhos que têm tanto de bonitos, como de incoenrentes?
Tudo se parece querer fazer. Voltamos a viver neste ritmo acelerado, sem tempo nem gosto. Sem nada… Nada. E tu, que tens um tudo que é nada. Que podes fazer tudo com esse tudo! Que podes crescer, que podes ouvir, que podes amar… Não vou ser eu a te explicar, como se faz para gostar. Não vou ser eu a dizer-te o que é viver a vida a arriscar, a pisar o risco, mas a amar. Não vou. Tu já tens tudo. Se não percebes, é porque o teu tudo, é mais pequeno que o nada…
Eu, que apenas busco por um nada que é tudo…
Não. Não escrevo para ti que me lês diariamente. É para ti, que tens a teu cargo tanta gente que se desgasta porque ama, e precisamente porque ama, não baixa os braços. Sim, é mesmo para ti. Porque posso tremer que nem uma cana verde. Mas nunca irei deixar de sorrir só porque o mundo ao meu redor me deita ao chão, mesmo que esse mundo não se dê conta disso. Mas se um dia começares a vêr menos corações a ferver, menos sorrisos nas caras por quem passas, menos gente à tua frente, não te admires. É que se eu não amasse o meu Ideal, se não gostasse mesmo à séria de me dar por amor… estaria frio. E quereria lá saber se as coisas correm mal… E se, por algum motivo, me vieres perguntar porque não te disse isto cara-a-cara, eu respondo: Porque não tenho vontade. Não tenho vontade…

Dezembro 12, 2006 at 9:57 am 2 comentários

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