Archive for Janeiro, 2007

Hum…

Isto se calhar ja era altura para eu escrever qualquer coisa decente, não é? Não?
Ok, tudo bem.

Janeiro 31, 2007 at 11:23 am 3 comentários

A tasca lá do homem…

Tenho que admitir: há um blog neste mundo dos viciados da escrita que dá cartas a torto e a direito… Bem, é verdade que não vou lá muitas vezes, mas também não vou muitas vezes ao vosso, não é?! Ora portantos… É na Tasca do Teixeira que encontramos disto. Coisas que nos preenchem a alma. Ok, nem tanto! Mas que nos dão no mínimo a volta à cabeça…

Janeiro 27, 2007 at 10:00 pm 3 comentários

DesEncontros de letras.

“…e de ti vais escolher o orgulho de crescer, e sorrires quando vires que somos um!
Somos um, somos um, eu e tu…”
“…e liga a terra ao céu, porque: se estamos unidos,
Deus está entre nós!
E isto vale, isto vale mais…”

“…e a vida não vai parar, vai como o vento!
Tens tudo a dar, não percas tempo!
Podes saber que vais chegar onde Deus te levar… “

Janeiro 25, 2007 at 9:01 pm 1 comentário

Tá giro…

…sim senhora. Isto era o que se escrevia à uns anos valentes nos jornais que chegavam às bancas. E eu tudo bem!
Só uma questão… Esta malta tomava o quê?!

Janeiro 23, 2007 at 1:26 pm 1 comentário

Rewind… Play!

Bem sei que há por aí malta a dizer que esta é a múmia que foi encontrada recentemente num cemitério outrora escondido no Amazonas, que tem pelo menos 600 anos, e que possui este estado de conservação graças à sua tribo, os Chachapoyas – guerreiros das nuvens. Dizem também que as mãos tapam uma face notóriamente invadida pelo terror e pelo medo da morte. O que eu digo é que esta malta anda a enganar-nos!
Depois de quase uma semana em jejum literário, esta era a minha imagem quando ontem me lembrei que não escrevia há testículos e testículos de dias… comecei a ter uma ligeira tremedeira na mão esquerda e uns suores friores que se me instalavam no corpo de 15 em 15 minutos. Isto para não falar na queda de cabelo, que explica porque tinha eu um rasto de couro cabeludo desde a secretária do meu quarto até à porta da rua de minha casa…
No fundo eu preciso deste blog para exprimir aquelas opiniões que por vezes ficam reprimidas no fim do dia. Como quando aquele chimpanzé se lembrou de nos apertar no metro e nos transmitir o seu odor humano, mas que por ter o dobro do nosso tamanho, o máximo que podemos fazer é aquela cara de indignados com a situação para a velhota que se encontra sentada do lado de lá do comboio.
E depois há que admitir que sou um gajo com humor. Apesar de ser um humor parvo que só eu entendo. Por exemplo, enquanto eu escrevo isto tenho um sorriso estúpido nos lábios. Porquê? Porque estou a achar piada. Mas vocês não. Estão com uma cara impávida a lêr isto e ainda com uma certa curiosidade mórbida de analisar melhor a foto ali em cima, ou então estão a enfiar o dedo indicador no nariz para retirar aquele irritante macaco incomodativo. E sim, bem sei que também haverá por aí malta que enquanto abre o meu blog, aproveita para tentar fazer coisas impossíveis, como tocar no cotovelo com a ponta do nariz… Percebem o que quero dizer? Enfim.
É verdade. Como escreveu um dia Nuno Markl, “[…] bloggar pode ser das coisas mais viciantes […] que um gajo pode fazer assim que acaba o expediente. […] Isto é uma merda, pá. Mas pronto. Antes isto que a droga.”
Ps. Eu disse que era impossível tocar no cotovelo com a ponta do nariz… Mas será que ninguém me leva a sério?! E já agora, aproveito para dizer que sou um grande amigo – há que exagerar a coisa! – do Pinguim Alegre. Portanto… vamos lá a comentar o meu blog como comentam o dele!
E pronto. Foi o Ess’agora! de hoje, tenha um bom dia!

Janeiro 16, 2007 at 5:56 pm 6 comentários

Carregar no pause?

A verdade é esta: apetece-me carregar no botão de pause e deixar o blog em “banho-maria”. Depois de um ano e tal a bloggar, e de ter uns três ou quatro blogs mais ou menos bem sucedidos, começo a ficar sem pica para continuar neste mundo virtual. É porreiro quando escrevemos coisas catitas e temos malta a lêr. Mas a verdade é que tal como há dias em que não temos nada para escrever, há semanas que não nos apetece simplesmente puxar da imaginação… E se “não há” temas quentes, a coisa esfria.

Mas pior que não ter nada para escrever, é ter a nossa opinião a ser usada contra nós. Afinal de contas, os blogs são apenas “diários” pessoais, onde cada um escreve o que pensa sob – supostamente – o anonimato. E há aqueles tipos, como eu, que não se importam de dizer que “com a breca, este blog é meu!”. Pois… Mas deixa de o ser quando temos gente que o lê apenas à espera que eu mande uma nova posta de pescada sobre tema A ou B. Afinal de contas, se tenho um blog é para opinarem também sobre os outros temas que já não nos “tocam” assim tanto! Portanto, estou farto de espias.
E depois há que pensar na volta que isto deu. Nunca é demais dizer que as coisas evoluíram e muito nos últimos tempos. Mudei a forma de escrita; a maneira de escrever coisas parvas diáriamente para uma crítica um pouco mais séria. Talvez porque muitos dos meus amigos resolveram também criar um blog. Uns escrevendo sobre cagalhões difíceis de expelir, outros, sobre os sons que a alma emite. Outros ainda que apenas utilizam os comentários para escrever “merdinhas” – LOL! E tudo isto levou-me ao vício gostoso de escrever.
Mas sinceramente? Não sei se deva continuar a bloggar. Por estas razões, e por por outras que só eu sei. Simplesmente não quero cair na “pescadinha de rabo na boca” como caíu o blog de alguém conhecido. Por isso, hoje vou carregar no botão de pause e deixar o Ess’agora! em “banho-maria”. Num amanhã, logo verei se volto a carregar no play, ou se irei premir um stop apetecível…

Janeiro 11, 2007 at 11:02 am 4 comentários

Vende-se motorizada. É favor contactar a Floribella!

Hoje a coisa tem piada. Deu-me para isto! É que depois de uma noite acordado até às tantas da noite a pensar na vida, e ainda por cima acordado mas enfiado na cama, hoje decidi amalucar-me, com a breca! Portanto, se a coisa parecer não ter cabeça, bem… a culpa é da noite mal dormida!

Ontem vi um anúncio de venda de uma motorizada. Ao que parece, a dita só teve até ao dia de hoje um único dono, tem poucos quilómetros, e está a precisar de uma pinturazita. Nada de mais. E o dono, chegou-me também essa impressão, não pede nada por ela. Ele já não suporta vêr a motorizada encostada no quintal… A pessoa só tem que ir lá a casa do senhor e levá-la para casa. Consequências de estar à muito parada! Enfim.

Quem quiser mais informações, é possível contactar a àrvore que a guarda. Isto, claro, se o interessado se chamar Floribella, tenha muitas fadinhas, e saiba falar arvorês, a língua que as árvores falam. É que é preciso pedir à senhora dona àrvore que dê um jeitinho para tirar dali a motorizada…

Janeiro 8, 2007 at 11:48 am Deixe um comentário

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