Archive for Maio, 2007

P’ra quebrar a rotina…

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Maio 24, 2007 at 11:21 pm 3 comentários

Paciência.

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma,
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma,
A vida não pára…

Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso, faço hora, vou na valsa…
A vida é tão rara!

Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal…
Eu finjo ter paciência!

O mundo vai girando cada vez mais veloz!
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência…

Será que é o tempo que lhe falta p’ra perceber?
Será que temos esse tempo p’ra perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara! Tão rara…

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma!
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma…
Eu sei, a vida não pára! A vida não pára não…

Lenine

Maio 15, 2007 at 12:39 am 5 comentários

E então…

…e assim um ponto nos separa. Um ponto em frente ao horizonte onde em tempos nos encontrámos, nesta encruzilhada louca da vida, neste jogo sem regras, apenas as que nos impõem. E então fomos contra essas mesmas regras e então fomos aquilo a que têm a mania de chamar “felizes”. Por instantes encontrámos aquilo que tão incessantemente procuram: a chamada e tão aclamada “felicidade”, que de ser tão esperada cansou-se e foi ao encontro deles, mas eles não deram por nada.

E então começou, e então acabou. Mas então recomeçou e voltou a acabar. Porque então éramos crianças e não tínhamos medo de arriscar, de mergulhar – porquê, então? Ainda não teríamos sofrido aquelas mazelas, ainda não teríamos o que temer. Porque então não deixámos que o Horizonte fosse o nosso limite, fomos até ele e mais além. E percorremos os horizontes de todos os mundos, o que existe e os que dizem existir. E ainda aqueles que não existem.

E então, que restou? Meras pegadas na areia.

Mas então o Horizonte continuou lá… apenas deixaste que ele se tornasse no nosso limite. Então aquele mar mansamente bravo continuou a beijar a areia, sem cessar, e essa, também ela, continuou a receber os beijos do mar. Esses sim, serão dois eternos amantes. Aquele fim de tarde parou no tempo.

E então?…

Porque há muito que mereces um texto teu no meu estaminé; porque das tuas mãos saem destas raridades… L.C.

Maio 7, 2007 at 8:05 pm 6 comentários


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