Archive for Setembro, 2007

‘A’ poetisa…

‘Sou eu,
tão indefinidamente eu,
perdida na indefinição do indefenido universo meu.
Não sou. Não somos.
Apenas palavras escritas com a tinta desse poema que alguém fez.
Assim, antes que a ideia se suma:
tomara eu estar triste e não coisa nenhuma.’
Cláudia
Sinto-me a claudicar. A desfalecer. Começo a sentir-me impotente… preciso de ti.
[…]

Setembro 27, 2007 at 7:59 pm 5 comentários

Com o ego bem alto!

Ontem, noite: Mafalda Veiga. Hoje, manhã: Praxes ISEL. Hoje, tarde: Única, a tarde e a companhia. Hoje, noite: Sorriso parvo na cara, nariz torto, telemóveis riscados, e estúpidamente FELIZ.
A vida sabe bem…

Setembro 21, 2007 at 10:07 pm 2 comentários

Vaidade.

…tomara eu saber escrever. Tomara sempre eu conseguir exprimir o meu sentir! Mas não o sei fazer. Meu ser é este que se vê, minha alma aquela que sente mas se que esconde. Tomara eu saber dizer o que sinto. Mas sou isto, feito de vaidade.

Setembro 18, 2007 at 12:21 pm 2 comentários

7 coisas que…

Nota prévia: Este post é da exclusiva responsabilidade de: ~the girl with no name~ 😛
Não é de meu costume aceitar desafios destes. Mas pronto. Hoje aqui vai…

7 Brinquedos que eu nunca tive:

– Playstation, porque tinha já computador; Bicicleta, porque não sei andar nesse bicho; Bonecas, porque o meu pai sempre fez de mim um bom homem (lol!); Bonecas Insufláveis, porque aquilo vaza o ar (lol, parte 2!); Bola, daquelas que se metem nos campos de futebol, tipo 8 metros de diâmetro; Pega-Monstros, porque por muito que eu brincasse com aquilo, acabava sempre por ficar pendurado no tecto da sala de aula; Carro tipo o ‘Kit’, da série ‘Justiceiro’, porque por mais que eu quisesse aquela porra, nunca houve daquilo no mercado 😛

7 Lembranças vergonhosas da infância:

– Chamar ‘pai’ à minha professora primária; Ser tão certinho que a primeira vez que disse ‘fodasse!’ à frente dos meus amigos, o repeti uma série de vezes, tipo a afirmar a coisa (lol, take 3!); Ser tão estúpido que o repeti à frente da minha professora, ao que ela retorqui com um ‘Nuno!…’ e eu borrei-me todo; Atirar cascas de uma maçã do 3º andar abaixo, exactamente quando a vizinha do 1º abriu a porta do terraço; Ter gritado um ‘aaaahhhhh’ muita gay quando vi a minha 1ª namorada p’la 1ª vez após o termos tornado público; Ter estado 3 meses a ‘namorar’ a dita moça, sem ser capaz de lhe dirigir palavra (aqui não há lol’s, é iztúpidez mesmo!); Ter deixado de ser criança, coisa que vai para 3 a 5 minutos…

7 Lembranças dolorosas da infância:

– Ter um mano muito fixe, que me atirou uma caneta com uma precisão brutal e me fez uma cratera brutal na orelha, donde se jorrava sangue à parva; Ter um mano que me acompanha em todos os momentos da minha vida, incluindo quando dei uma valente cornada na esquina duma parede e parti a cabeça; As lutas de almofadas com quem? Lá está, o meu mano. Era fixe aquela porra, mas provocava uma dor de cabeça que nem vos passa; Ter uma gatinha muita querida, de tal forma que ela me deixou as marcas das suas garras no queixo pró resto da minha vida!; Quando o meu 1º pássaro morreu. O que eu chorei… também quem é que se lembra de aspirar a gaiola, né?!; Aquele pontapé que dei àquele puto que me lixava a cabeça todos os dias, e que acertou em cheio no calhau que estava no chão porque ele se desviou; Ter deixado de ser criança, já lá vai pra 8 minutos… ainda agora choro por isso. E babo-me…

Pois que agora lanço o desafio a malta que sei que não vai aceitar escrever sobre esta coisa, mas cuja minha esperança é que eles ao menos levem a coisa naquela do ‘que fofura, lembrou-se de mim’. Não, a sério. Isto era só para as raparigas…

Egofonias; A Ervilhinha; Pinguim Alegre.

Setembro 13, 2007 at 5:34 pm 2 comentários

Allgarve.

Curioso. Pouco depois da designação que levou os tugas a puxarem os cabelos uns dos outros, e até mesmo os que não existiam já na cabeça dos calvos, de ministros e malta do dito ‘poder’ andar às ‘turras’ por causa de um Algarve de todos, uma rapariga loira, de olho azul e olhar sincero desaparece. E os tugas, povo esquecido que o é, viraram-se todos para um caso que durante quatro meses trouxe malta de todo o lado do mundo ao dito Grave de Todos. Perdão, Garve de Todos, assim se traduz…
Curioso que durante quatro meses ouvi eu dois pais dizerem que por terras lusas ficariam até encontrarem essa menina. Que durante quatro meses, o Algarve tenha sido palco da maior promoção turística a nível planetário; que durante essa carrada de dias todos passaram por lá, física ou visualmente. E o Algarve, terra pacata e invadida pelo Sol, proclamou às regiões irmãs um Verão a saber a Outuno, de folhas caídas e chuva em tempo errado. Foi o Algarve de todos, até para apontarem o dedo: esses irmãos bem acolhidos, ditos ingleses, passaram a ver o povo luso como os ‘tais da polícia que não presta’. E assim se tornou Grave, o Garve de Todos.
Curioso que hoje, dias depois de serem chamados de ‘arguidos’ e que até lhes favorece no plano jurídico, uma vez que neste caso o arguído se pode negar a falar e pôr a polícia a dar o litro para saber o que de facto se passou, os pais da criança tenham ido para o seu berço materno, deixando aos tugas a fama de todos os ‘all’s’ podres que se conhecem para chamar a Portugal a ovelha negra da Europa, pobre de valores. Talvez tenham encontrado já a filha, e nós não saibamos. Pelo menos esses pais que refiro sempre afirmaram publicamente que só sairiam da terra de todos quando a revissem cara a cara.
Que fazer? Se ao menos os carecas não tivessem puxado o cabelo tanto, e ainda hoje teriamos o nosso pequeno Algarve bem visto. O bom? É saber que ao menos a família da menina loira volta a uma cidade de Lei… cester.

Setembro 9, 2007 at 10:14 pm 3 comentários

‘Incertezas’

‘Os teus olhos pedem a presença dos meus, e no espaço se forma um desejo patente de nos amarmos. Os receios foram-se, despimo-nos deles. Somos um do outro por momentos que duram eternamente. Até na distância que nos fortalece eu sinto esse desejo, e cada vez apetece-me agarrá-lo mais e não o deixar fugir. Não te deixar fugir a ti, no fundo. Não nos deixar fugir a nós e a tudo o que nos rodeia.

Mas não passam tudo de pensamentos,pressentimentos, medos e desabafos em vão, porque te amo e continuarei a amar, aconteça o que acontecer. E duvido que alguém o faça mais que eu. Apenas eu o posso sentir e apenas tu o podes receber… porque o Amor permanece em quem o dá e fica eternamente em quem o recebe. Apanhaste-me e nao há volta a dar.’

Claudia

Setembro 7, 2007 at 9:09 pm 1 comentário


Setembro 2007
D S T Q Q S S
« Ago   Out »
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
30  

Fresco, fresquinho!

Estatísticas...

  • 6,622 + (10700, no Blogger...)