Archive for Dezembro, 2007

E se…

…fosses o ultimo à face da terra?

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Dezembro 27, 2007 at 9:36 pm 5 comentários

Feliz Natal!

A todos os leitores do Ess’agora!, amigos, compinchas e outros que tal, os meus sinceros votos de…

Jesus e Maria Cecilia Karlsson

Ps.: tu queres vêr que me esqueci que este blog fez anos dia 16 deste mês, e que já ando nesta coisa da blogoesfera à coisa de dois anos?!

Dezembro 25, 2007 at 2:25 pm 2 comentários

Divagação natalícia.

Pá porra p’ró Pai Natal!
Então quer-se dizer, se os meninos têm que se portar bem o ano todo para receberem as prendas no Natal; se o badocha barbudo pergunta claramente aos putos, quando eles estão sentados no colo do dito senhor que nunca sofre do reumático, se “eles se portaram bem neste ano” p’ra depois não ficarem a chuchar no dedo… Então quer dizer, há ali uma semanita, entre o Natal e o Ano-Novo, em que a malta pode fazer o que nos dê na mona, sem que o gordo da cola-cocas nos chateie, certo?!
E diz ele que sabe tudo o que os meninos pensam, e que tem tudo controlado. Olhó gajo…

Dezembro 22, 2007 at 6:21 pm 1 comentário

‘original sound track of my blog’.

Dezembro 18, 2007 at 10:30 pm 3 comentários

Nessun Dorma.

Eu não sou gajo de Opera. Gosto do género músical porque me acalma, mas não o oiço habitualmente. Mas ontem fui a um site que não vou dizer o nome, mas que começa por ‘y’ acaba em ‘e’, e tem no meio as letras ‘outub’, e encontrei uma voz que é de todo, bem, que palavras meter aqui para a descrever?
O seu nome é Paul Potts. Esteve presente no ‘Britain’s Got Talent’, e ganhou o concurso, se não me engano. O video foi este. O arrepio, indescritível. Sem palavras…

Dezembro 13, 2007 at 1:03 am 2 comentários

Ficam dificeis…

Ficam dificeis estes dias.
Onde as noites são quase todas elas preenchidas por projectos e responsabilidades gastas pelas vidas deles. Onde o dia me pede cada vez mais ao projecto que eu próprio tracei na minha.
Se acerto, serei feliz. Mas se volto a falhar como dantes? Preciso de um rumo, certo e equilibrado, e é para ontem.
Ficam dificeis estas noites…

Dezembro 6, 2007 at 4:30 pm 6 comentários

Sem pontos de exclamação.

Sabes, por vezes há palavras que não saem da mente. Não se chegam a encontrar com o papel; não se envolvem entre os grânulos de celulose e o dançar bailante de uma tinta em busca da sua caneta. Ficam em suspensos momentos, fixos num tempo impossível de recuperar. E deixam-se por lá, esquecidas, até que a mente as recupere: nunca de igual modo; jamais com a cúmplicidade doutrora.
Imagina o local onde essas palavras se deixaram esconder. Olha-o de todos os ângulos possíveis. Fará ele cenário; será feito de frames que compõem um “La vita è bella” ou um “Le Fabuleux Destin d’Amélie Poulain”? Viveremos nós nesse teatro de mágicas estranhas, que abre e fecha portas sem saberemos? Se sim, então quero desprender-me nesse tão mais fácil mundo perfeito, já que este custa tanto a mudar.
Chamar-me-ão idealista ou simples contador de sonhos. Dessas histórias que jamais se tornarão realidade, não mais na existência. Dessas que se formam de palavras como as que se perderam naquele local desabitado de ‘não-sentimentos’. Mas não será de lá que nos inspiramos? Que quando menos dúvidas, mas preenchidos de incertezas, buscamos formas de nos apaixonarmos?
E se pudesses chegar a esse local, tu que lês despercebido? Imagina a magia dessas palavras que exalam cúmplicidade, vindas de um espaço tão únicamente acolhedor e perdidas agora num nanosegundo qualquer do passado. Consegues alcançar essa terra desconhecida? Procuraste-o bem, bem lá onde a envolvência deste texto te levou? Pois então deixa-te absorver por essa terra, óh mágico sonhador. Que esse lugar onde frames de filmes de amor se fazem, onde palavras que outrora deviam ser proclamadas se escondem, está algures entre o teu entendimento e o batente de vermelho colorido que te faz dizê-las…
Quem sabe se ao encontrá-lo não te tornarás tu no poeta que não sei ser; não o que conta histórias do ontem, mas o que busca por um pequeno sonho. Pois que as cartas de amor não se fazem de palavras perdidas, mas transformam-nas em simples momentos de cúmplicidade.

Até breve, poeta.

Dezembro 3, 2007 at 6:56 pm 1 comentário


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