Archive for Janeiro, 2008

Ricardo A. Pereira no seu melhor!

Mas vocês querem melhor crítica do que esta? A única coisa que tenho a acrescentar são os meus louvores a Ricardo A. P.. O tipo é genial, porra!! 😀 

Janeiro 31, 2008 at 4:20 pm Deixe um comentário

Hoje.

Só Te quero sentir. Peceber que estás ao meu lado. E caminhar.

Janeiro 26, 2008 at 3:37 am 1 comentário

Porque é o ISEL o melhor? Simples.

No outro dia perguntaram-me porque são os Engenheiros formados no ISEL os melhores. Ora como isto por palavras tem sempre o “diz que disse”, e que os outros é que são bons, ficam aqui umas imagens das “aulas práticas” do nosso grandioso Instituto! =D

Janeiro 23, 2008 at 3:49 pm 1 comentário

São 3h47…

…e eu na porra do estudo a vêr física à minha frente. Ora, posto isto, o próximo que disser que o ISEL é para meninos, e que Electrónica, Telecomunicações e Computadores não lembra a niguém, vá, leva uma tiro nos cornos. Um só. Coisa pa demorar uns milisegundos. Tá bem meninos?

Vá petizada, isto são horas de dormir não é? Ide. Ide dormir, que eu estou em penitência…

Janeiro 19, 2008 at 3:51 am 1 comentário

Estupidez, parte 2.

Eu sou burro. Deveras! Então sou seleccionado para o casting de uma série que vai começar, e vejo o mail dia 14, quando o dito casting foi dia 8????! Bah!

Janeiro 16, 2008 at 2:16 am 1 comentário

Estupidez?

“A estupidez é a qualidade ou condição de ser estúpido, ou a falta de inteligência, ao contrário de ser meramente ignorante ou inculto. Esta qualidade pode ser atribuída às ações do indivíduo, palavras ou crenças. O termo assim também pode se referir ao uso inadequado do juízo, ou insensibilidade a nuances por uma pessoa que se julga inteligente. A determinação de quem é estúpido é relativamente difícil, apesar das tentativas de medir-se a inteligência (e assim estupidez) tais como testes de QI. O adjetivo também pode ser usado como um pejorativo.”

Ora, isto vem aqui. O que eu pergunto é… para os senhores da wikipedia, estupidez é uma qualidade?!!

Janeiro 13, 2008 at 8:31 pm 1 comentário

E não é que precisamos do mesmo?!

– E X P O S I Ç Ã O –

Porque julgamos digna de registo
a nossa exposição, senhor Ministro,
erguemos até vós, humildemente,
uma toada uníssona e plangente
em que evitámos o menor deslize
e em que damos razão da nossa crise.

Senhor: Em vão, esta província inteira,
desmoita, lavra, atalha a sementeira,
suando até à fralda da camisa.

Falta a matéria orgânica precisa
na terra, que é delgada e sempre fraca!
– A matéria, em questão, chama-se caca.

Precisamos de merda, senhor Soisa!…
E nunca precisámos de outra coisa.

Se os membros desse ilustre ministério
querem tomar o nosso caso a sério,
se é nobre o sentimento que os anima,
mandem cagar-nos toda a gente em cima
dos maninhos torrões de cada herdade.

E mijem-nos, também, por caridade!

O senhor Oliveira Salazar
quando tiver vontade de cagar
venha até nós!
Solícito, calado,
busque um terreno que estiver lavrado,
deite as calças abaixo com sossego,
ajeite o cú bem apontado ao rego,
e… como Presidente do Conselho,
queira espremer-se até ficar vermelho!

A Nação confiou-lhe os seus destinos?…
Então, comprima, aperte os intestinos;
se lhe escapar um traque, não se importe,
… quem sabe se o cheirá-lo nos dá sorte?

Quantos porão as suas esperanças
n’um traque do Ministro das Finanças?…
E quem vier aflito, sem recursos,
Já não distingue os traques dos discursos.
Não precisa falar! Tenha a certeza
que a nossa maior fonte de riqueza,
desde as grandes herdades às courelas,
provém da merda que juntarmos n’elas.

Precisamos de merda, senhor Soisa!…
E nunca precisámos de outra coisa.

Adubos de potassa?… Cal?… Azote?…
Tragam-nos merda pura, do bispote!

E todos os penicos portugueses
durante, pelo menos uns seis meses,
sobre o montado, sobre a terra campa,
continuamente nos despejem trampa!

Terras alentejanas, terras nuas;
desespero de arados e charruas,
quem as compra ou arrenda ou quem as herda
sente a paixão nostálgica da merda…

Precisamos de merda, senhor Soisa!…
E nunca precisámos de outra coisa.

Ah!… Merda grossa e fina! Merda boa
das inúteis retretes de Lisboa!…
Como é triste saber que todos vós
Andais cagando sem pensar em nós!

Se querem fomentar a agricultura
mandem vir muita gente com soltura.
Nós daremos o trigo em larga escala,
pois até nos faz conta a merda rala.

Venham todas as merdas à vontade,
não faremos questão da qualidade.
Formas normais ou formas esquisitas!
E, desde o cagalhão às caganitas,
desde a pequena poia à grande bosta,
de tudo o que vier, a gente gosta.

Precisamos de merda, senhor Soisa!…
E nunca precisámos de outra coisa.

Pela Junta Corporativa dos Sindicatos Reunidos, do Norte, Centro e Sul do Alentejo

Évora, 13 de Fevereiro de 1934

O Presidente
D. Tancredo (O Lavrador)

Janeiro 9, 2008 at 1:08 am 1 comentário

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