Archive for Dezembro, 2008

Ao som do silêncio.

Pequenos pedaços que colam e descolam do nosso estar. Cacos quebrados que julgamos ser lixo por incompletos, puzzles de peças vazias, desencaixadas de vazios ou completos. Assim, pedaços.

A pergunta: basta-nos o muito?

We don’t need much of anything.

Dezembro 17, 2008 at 5:51 pm Deixe um comentário

Conta-me… acerca de mim.

Conta-me o que sabes acerca de mim…
Gostava de saber. O que sabes ou vês
Quando me olhas do princípio ao fim
E ficas a dançar nos poemas que não lês.

Conta-me, por ao menos esta única vez
Quantos foram os olhares caídos no assim-
Assim, com que destruíste a vil altivez
Da arrogância e dor que havia em mim.

Eu sei que é difícil; conheço o tormento.
Mas não leves a mal por querer ser naquele tu
Aquilo que em toda a vida foste um só momento…

Conta-me; mas não contes apenas o sentido nu
Das palavras perdidas no (des)dizer dos dias,
Páginas de eu e tu; diz-me também o sorriso cru
Ao explodir no amanhã das infinitas alegrias!

in escribalista

Dezembro 15, 2008 at 12:56 am 1 comentário

Margine…

Às vezes, nem sempre escrever é o melhor remédio. Nem sempre as palavras nos fazem voltar à estrada de onde partimos, e há que rumar contra a maré, defronte à corrente que nos leva… e aquilo que precisamos, é apenas encontrar a outra margem de nós. E seguir caminho, depressa ou não, até a ti chegar.

Dezembro 2, 2008 at 6:50 pm Deixe um comentário


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