Archive for Junho, 2009

Portuguese sounds.

É que isto bate que nem ginjas!

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Junho 18, 2009 at 10:55 am Deixe um comentário

Integrais Multiplos.

Estudar na biblioteca e um achado. A calma do silencio quase raro dentro da faculdade e um bem raro. Pena os teclados sem acentos para as palavras! Mas sabe bem este lugar onde falam somente as paginas…

Junho 16, 2009 at 6:34 pm Deixe um comentário

Fonia com sentimento.

Se por algum acaso o Céu te fizer chegar
ao rosto do teu sorriso o brilho do teu olhar,
fecha os olhos e sente na tua pele a passar
este simples poema que te quer embalar.

Se do nada escorrerem as gotas do meu suor
já tocadas pela dança do teu corpo de vaidade,
deslizarão abraçadas ao teu calor…
e novos passos dessa dança sem pudor
pedirão em desejo e com verdade.

E se antes do ar caírem
as gotas dessa chuva que te escorre pelos olhos?
Então agarra-me pelo peito e sente o olhar refeito
em enfrentar de frente os escolhos!
E lado a lado, enxugados, os nossos corações sorriem…

Se algum dia precisares de desabafar?
Faz-me um sinal para até ti chegar:
sou o teu abraço que podes confiar.

E desculpa quando não te souber ouvir
quando não te conseguir entender.
E se este meu jeito que te quer fazer sorrir
te fizer a paciência perder
abana-me e deixa-me no lugar que quero estar.

O mais humilde. Único e pequeno.
Mesmo que apertado e sem ar.

Não importa.

Mas onde te possa para sempre, tão sempre, amar.

Para ti, Dina.

Junho 13, 2009 at 11:25 pm Deixe um comentário

Serei Engenheiro?

Junho 12, 2009 at 3:18 pm Deixe um comentário

Ágil inércia.

Não sei muito bem o que escrever neste canto, mas o facto é que à bastante tempo que não vos encontro por cá. Ou andam distraídos, ou desconcentrados. Talvez ocupados com fragmentos do passado, inúmerados pelos diversos estilhaços que quebram a boa rotina. E eu por este lado, quieto no observar, deixo-me absorver por toda a pouca fé que sai dos olhos de quem lê este trecho de palavras. Afinal, porque esperas tu que tudo te chegue às mãos? É a inércia do teu corpo maior que a vontade de agir, e o querer de ti infinitamente diminuto, quando te estendem a mão com a palma virada para o céu?

Há questões que se colocam não mero capricho, mas porque o significado do Amor se escreve com pedaços de cada um de nós. E apenas, com os melhores pedaços de cada um de nós.

Se no caminho, ao cruzamento bifurcado te decidires pelo mais sinuoso, conta com a ajuda de quem menos esperas. Pois é no invisivel que o importante carbora. Mas se no entretanto da decisão, optares pelo mais fácil… não serás tu a estender para o céu a palma da mão?

E deste canto, observo as letras que se escrevem. E são tão somente as primeiras…

enviado para “blogja”

Junho 8, 2009 at 5:09 pm 1 comentário


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