Fonia com sentimento.

Se por algum acaso o Céu te fizer chegar
ao rosto do teu sorriso o brilho do teu olhar,
fecha os olhos e sente na tua pele a passar
este simples poema que te quer embalar.

Se do nada escorrerem as gotas do meu suor
já tocadas pela dança do teu corpo de vaidade,
deslizarão abraçadas ao teu calor…
e novos passos dessa dança sem pudor
pedirão em desejo e com verdade.

E se antes do ar caírem
as gotas dessa chuva que te escorre pelos olhos?
Então agarra-me pelo peito e sente o olhar refeito
em enfrentar de frente os escolhos!
E lado a lado, enxugados, os nossos corações sorriem…

Se algum dia precisares de desabafar?
Faz-me um sinal para até ti chegar:
sou o teu abraço que podes confiar.

E desculpa quando não te souber ouvir
quando não te conseguir entender.
E se este meu jeito que te quer fazer sorrir
te fizer a paciência perder
abana-me e deixa-me no lugar que quero estar.

O mais humilde. Único e pequeno.
Mesmo que apertado e sem ar.

Não importa.

Mas onde te possa para sempre, tão sempre, amar.

Para ti, Dina.

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Junho 13, 2009 at 11:25 pm Deixe um comentário

Serei Engenheiro?

Junho 12, 2009 at 3:18 pm Deixe um comentário

Ágil inércia.

Não sei muito bem o que escrever neste canto, mas o facto é que à bastante tempo que não vos encontro por cá. Ou andam distraídos, ou desconcentrados. Talvez ocupados com fragmentos do passado, inúmerados pelos diversos estilhaços que quebram a boa rotina. E eu por este lado, quieto no observar, deixo-me absorver por toda a pouca fé que sai dos olhos de quem lê este trecho de palavras. Afinal, porque esperas tu que tudo te chegue às mãos? É a inércia do teu corpo maior que a vontade de agir, e o querer de ti infinitamente diminuto, quando te estendem a mão com a palma virada para o céu?

Há questões que se colocam não mero capricho, mas porque o significado do Amor se escreve com pedaços de cada um de nós. E apenas, com os melhores pedaços de cada um de nós.

Se no caminho, ao cruzamento bifurcado te decidires pelo mais sinuoso, conta com a ajuda de quem menos esperas. Pois é no invisivel que o importante carbora. Mas se no entretanto da decisão, optares pelo mais fácil… não serás tu a estender para o céu a palma da mão?

E deste canto, observo as letras que se escrevem. E são tão somente as primeiras…

enviado para “blogja”

Junho 8, 2009 at 5:09 pm 1 comentário

Marinho Pinto a Presidente!

Morra a Dantas, Morra! Pum! Pum!
Morra a Dantas, que cheira mal!
Morra a Dantas, pum!
Que essa Dantas é uma anormal!

Apenas isto me apraz dizer, depois de feliz e para minha satisfação, ter assistido a este julgamento… perdão, entrevista, no tal Jornal de 6ª! Costuma ser um Circo, mas desta vez, apanhou-se-lhe o Leão…

Morra a Dantas, Pum! Pum! Pum!

Maio 23, 2009 at 11:02 pm Deixe um comentário

My Brut(o)!

My Brute

My Brute

Só para descontrairem… São 10minutos que passam num instante! 🙂

Até ao próximo post a “valer”! 😉

Maio 14, 2009 at 7:18 pm 3 comentários

Trá-lo contigo amanhã!

Não há longe nem distância, nem tempo passado no passado que não retorne na saudade. Pudera que não haja tristezas que abalem a vontade de sorrir, se quando forte e desmedida se instala no interior do nosso ser. E nos rompam em gargalhadas; e nos quebrem desatinadas, as destiladas e puras substâncias que nos sobem ao cérebro – vil coador do bom e do mau!

Se retirares esses granulados retidos, deixa o texto de saber a poesia de prosa lírica, e entendes então que o que sobra é o que te faz esboçar no rosto um traço de felicidade. E na saudade, retorna o passado de ele to vêr, amanhã no teu viver. Para todos e ninguém.

A quem e por quem? Carpe diem!

Abril 19, 2009 at 9:07 pm 1 comentário

Estás aqui…

Hoje, faz todo o sentido. Santa Páscoa a todos!

ps. Cedo voltarei a reescrever aqui. Até já!

Abril 13, 2009 at 12:40 am 1 comentário

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